Toalha de mesa Bouquet Garni, com duas medidas diferentes, com rebordo em tecido unicolor, a todo o redor. A toalha é em 65% algodão, e 35% poliester, para permitir um acabamento de excelência.
Em Parthenay, na cozinha onde o tempo parecia repousar, Françoise Generoux (1624-1679) confecionou pratos que ficaram gravados na memória dos seus descendentes e nos registos da família Chaboceau, tesouros de cozinha que ainda hoje existem. Casada com Pierre Chaboceau, Sieur de Tillerole (1617–1671), capitão da Milícia de Parthenay, confecionava o civet de veado, uma essência de encontros e promessas.
Foi ali que Françoise descobriu o Bouquet Garni: um feixe de ervas amarradas que elevava o simples a algo quase mágico. Tomilho, louro, salsa e aipo, unidos por uma fita, tornavam o civet de veado cremoso, como se guardasse a respiração de cada caçada e o carinho de cada refeição.
O civet, preparado lentamente com vinho tinto, alho e cebola, recebia o toque das ervas. O aroma que se libertava do Bouquet Garni abraçava a casa e parecia falar de gerações.
A toalha de jantar, com a barra verde a lembrar o Bouquet Garni, tornou-se um elogio silencioso ao tempero. A barra verde representava o aroma que não se vê, mas se sente: o Bouquet Garni a temperar a memória.
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