Guardanapos de jantar WESTMINSTER, 50% linho e 50% algodão, 44 x 44 cm, com bordado à máquina e baínha aberta.
Na esplendorosa Abadia de Westminster, em Londres, o eco dos sinos ressoava como um prenúncio de felicidade. Foi um dia de encontro, o 19 de julho de 1795, quando Joseph Chaboceau de la Sauzaie casou com Mary Skegg. Este não foi apenas o início de uma nova vida, mas também o marco de uma tradição que atravessou gerações, materializando-se numa coleção de guardanapos que se tornaria famosa: a coleção Westminster.
Mary Skegg infundiu nos tecidos a sua paixão pelo belo, transformando-os em verdadeiras obras de arte que adornavam as mesas da elite inglesa, daquela época.
A coleção Westminster não é apenas um conjunto de guardanapos; é o testemunho da união de duas personalidades sob as abóbadas góticas da Abadia. Joseph era herdeiro de uma linhagem que se estendia até aos confins de França, com antepassados que tinham desempenhado papéis importantes na história. A sua ligação com Mary Skegg, uma jovem da alta sociedade londrina, simbolizava a fusão de culturas e origens que enriqueceriam a história da sua família.
À medida que os anos passavam, os guardanapos Westminster tornaram-se um símbolo de elegância. Eram usados em jantares requintados, onde intelectuais e artistas se reuniam para discutir ideias e sonhos, enquanto os guardanapos bordados testemunhavam cada risada e cada conversa.
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